quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Sou muitas vezes o azul. Tu, vives no branco. Desencontramo-nos no vermelho. A velha está em todos!



Krzysztof Kieslowski - Trois Couleurs: Bleu-Blanc-Rouge


8 comentários:

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    1. Velha, sim. Velha sem nenhuma diminuição da pessoa. Gosto muito dos velhos principalmente dos meus, talvez volte ao voluntariado em breve.
      Eu mesma,( que a terra ...) vou ser uma velha muito fofinha, toda encarquilhadinha e fofinha.

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  2. Magnífica trilogia (gosto menos do "Branco"), com música soberba.
    Se os edis fossem cinéfilos, talvez já tivessem rebaixado as aberturas dos vidrões... Deve ser por isso que tantas crianças, baixinhas, deitam as taras para o chão.

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    1. Verdade, os vidrões e restantes caixotes não são mobiliário público acessível.
      O meu preferido é o azul, gosto de como podem ser vistos independentemente mas, se forem vistos no conjunto ainda são melhores como alguns livros de contos e é sempre um desafio encontrar estas pequenas ligações.

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  3. preciso de rever isto e ver o que, na trilogia, me falta (em Coimbra, precisamente, querida Tétisq, foi-me retirado o cartão, na "Casa da Cultura", pela total impossibilidade de devolver as requisições a tempo - o tempo deles- pois trabalhava, à época, tantos dias, 10 a 12 horas, como guia-intérprete, mas poderia ser como trolha, mecânica, funcionário de back office - fui, em Lisboa - etc. )

    À época, pelo menos, e ainda que apresentados os justos argumentos, só tenho isto a dizer: cultura é a puta que vos colocou aqui.

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    1. São um bocadinho ditadores por lá,sim. E são parados é uma casa da cultura onde a cultura está para acontecer mas, não acontece.
      Eu gosto de ver a trilogia seguida de tempos a tempos.

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  4. No tempo em que a "velha" era jovem, não existiam vidrões. Hoje os vidrões, tenham eles a cor que tiverem, são inúteis para a maioria dos jovens.

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    1. sim, é verdade. Mas, também é verdade que o investimento em campanhas de sensibilização e educação cívica também diminuiu.

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