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Passepartout

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Jane Goodall & Greta Thunberg



Já alguém informou o Roger Waters de como funcionam os CTT?

O Roger Waters, músico fundador dos Pink Floyd, elogiou o talento do Conan Osiris, pediu-lhe que não vá a Israel e queixou-se de ainda não ter recebido resposta a uma carta que lhe enviou.
Alguém devia avisar o Roger que não merece a pena sentir-se agastado com isso, desde que os Chineses ficaram com os CTT ninguém recebe cartas ou encomendas em tempo útil.

A propósito li um comentário que defendia que a arte se cumpre ao ser praticada e não por se abdicar de a levar ou fazer penetrar em terreno hostil.

Concordo, não me parece que a atitude mais certa esteja em abdicar de estar em Israel mas sim em ter opinião e chamar a atenção para a questão palestiniana. Pelo que estranho o silêncio do representante Português que só se explica se o Festival da Canção for como o concurso da Miss Portugal onde as mulheres se querem belas mas sem opinião e onde, definitivamente, não há arte.

Mais ainda estranho o silêncio da RTP que, ao contrário dos CTT, continua a ser pública.

Bem sei que os CTT s…

Quem quer? Quem quer, Casar?

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Quem quer?
Quem quer,
Casar com a Carochinha?
É muito rica além de ser bonitinha.




ps Não sei porque é que me lembrei disto...calhou!

Life's such a bitch, isn't it? (am/fm)

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No one's gonna bring you cake And no one's gonna shower you with flowers

'Voicemail for Jill' by Amanda Palmer

Luto

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Ilustrações de Alexsandro Palombo
ps Sim. Também há vítimas masculinas mas os números são menos alarmantes. Ontem morreu mais uma mulher vitima de violência doméstica. Em 2019 já foram 12.

Adiáforos

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Pensava que os pombos tinham um género de sonar, um instinto ou instrumento qualquer que os fazia desviarem-se de nós quando nos sentiam, mesmo que não nos vissem. Mas depois de ter sido atropelada por dois, esta semana, percebi que não.
O primeiro incidente teve lugar num largo. Eu atravessava o largo quando um pombo, assustado pelo entusiasmo de um pequenote de tenra idade ainda trôpego, levantou voo desgovernado e apesar de me ter desviado com uma rapidez de que me orgulho me sacudiu o cabelo com a asa.
O segundo aconteceu quando atravessava uma passadeira. De olhos postos no cronometro que me deixa sempre ansiosa com a sua contagem decrescente, como se não me bastasse ter que lidar com o medo de ser atropelada passei a ter que lidar com o medo de ser atropelada fora de tempo desde que inventaram aquilo, concentrada em cumprir com o tempo estipulado não me apercebi da sua chegada, estremeci quando me bateu com a ponta da asa na testa. Quase me saltou o coração pela boca e tive dif…

(Des)mascarar

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